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12 de jan. de 2012

Associação de Leitura do Brasil

 18º congresso de Leitura do Brasil
 O mundo grita. Escuta?
16 a 20 de julho de 2012
Unicamp – Campinas/SP

Com este tema, pretende-se o entrelace de diferentes linguagens, variadas formas de expressão, superfícies múltiplas que se movimentam e se tocam.
Gritos que soam em dinâmicas e criações de linguagens que leem o mundo: as postagens – cartas, telegramas, cartões postais, torpedos...; as artes – fotografia, música, literatura, teatro, dança, cinema, instalações...; as formas de vida – da infância, da loucura, da velhice, da juventude, da resistência, das relações socioculturais...; as dobras da língua portuguesa – atravessamentos subjetivos, polissêmicos, polifônicos, políticos...  Potências do fragmento, da sonoridade, da imagem, da territorialidade, da temporalidade... Potências plurais e singulares, vacúolos e sem-sentidos, contracombates à homogeneização na escuta do mundo. Como gritam?

Neste ano o COLE vai acontecer logo depois do 6º Seminário Nacional O Professor e a Leitura de Jornal, que está agendado para os dias 12 e 13 de julho de 2012, com realização também na Unicamp - Campinas/SP
A Associação de Leitura do Brasil (ALB), o Grupo RAC e o Programa Jornal e Educação da Associação Nacional de Jornais (ANJ) promovem o 6º Seminário Nacional O Professor e a Leitura de Jornal, com o tema Redes Sociais e Interatividade, com descontos para participantes do 18º COLE. Para associados da ALB, a participação no seminário como ouvinte será gratuita.


Mais informações a partir de fevereiro de 2012 nos sites da ALB (www.alb.com.br); do Projeto Correio Escola Multimídia – Grupo RAC (www.correioescola.com.br) e do Programa Jornal e Educação da ANJ (www.anj.org.br/jornaleeducacao).

Texto retirado do site.

27 de nov. de 2011

Agora é no meu Recife!!! - Simpósio Internacional do Núcleo Interdisciplinar de Estudos da Linguagem - SINIEL 2012

De 18 a 20 de abril de 2012 acontecerá no meu Recife o Simpósio Internacional do Núcleo Interdisciplinar de Estudos da Linguagem (http://www.niel-ufrpe.com.br/siniel.html). O evento será sediado na Universidade Federal Rural de Pernambuco e terá como tema a linguagem e suas interfaces e que será desenvolvida nas seguintes linhas: Linguagem e Sociedade, Linguagem, Identidade e Memória,  Linguagem e Historiografia, Linguagem e Hermenêutica e Linguagem e Gêneros/Tradições Discursivas. Com certeza mais uma grande oportunidade de conhecer, discutir e seguir nos caminhos da linguagem.

20 de nov. de 2011

XVI CONGRESSO INTERNACIONAL DE LA ALFAL - Associação de linguística e filologia de la América Latina

Com certeza as palavras não alcançarão a magnitude de tamanha experiência. No começo era um sonho, desisti. A voz de Marígia ecoava: é importante... é importante... é importante...
Está decidido: associação, inscrição, produção, passagens, voo, tensão. E eu estava na Europa falando sobre linguagem, gêneros textuais, formação de professores e ensino.
Foram momentos valiosos de interação, troca, cultura, aprendizagem constante e muita emoção.
De repente na terra de Cervantes ( Alcalá de Henares), descobrindo e conhecendo o mundo dos livros que li, lembrando do professor de História do Ensino Fundamental e dos livros de Português. Relembrando um passado que deixou  heranças culturais e históricas indescritíveis. Sem palavras. E a certeza de que foi realmente muito importante Marígia. Valeu!
Talvez as imagens consigam traduzir o que eu não fui capaz de dizer:











HASTA LA VISTA!!!

VI SIGET - SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE ESTUDOS SOBRE OS GÊNEROS TEXTUAIS

Prof. Rosilda Araújo, Poliane Oliveira e Hiliana Santos: nos caminhos da linguagem.
Cerimônia de Abertura do VI SIGET - RN
Socializando os resultados da pesquisa realizada para dissertação do mestrado.
Hiliana Santos e Prof. Patrícia Barreto

 Participar do VI SIGET foi  muito importante. As discussões sobre gêneros e letramento trouxe para o evento grande ênfase na preocupação social, considerando a inserção do indivíduo em práticas sociais. Uma reunião de grandes nomes dos estudos linguísticos na esfera nacional e internacional, uma oportunidade ímpar e incomparável.
Novamente um grande encontro com amigos e grandes colaboradores da minha formação acadêmica como a Prof. Rosilda Araújo (FAESC), a fonoaudióloga Poliane Gonçalves e a Prof. Patrícia Barreto ( FFPNM).

Resumo do trabalho apresentado por Hiliana Santos,Marígia Aguiar ( UNICAP) e Junot Matos ( UFPE):OS GÊNEROS TEXTUAIS NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR

 
Muito embora sejam inúmeras as produções acadêmicas sobre os estudos dos gêneros textuais e a concentração de esforços para implementação de práticas significativas de trabalho com estes gêneros na sala de aula, ainda se percebe uma lacuna entre o que é aprendido pelos professores de língua portuguesa em sua formação inicial e a prática desses professores no Ensino Fundamental. A partir dessa constatação é que se pensou o objetivo deste trabalho, que consistiu em analisar o tratamento dado ao ensino dos gêneros textuais no Curso de Letras, em faculdades de formação de professores. Trata-se de uma pesquisa do tipo qualitativa com base nas contribuições teóricas de Marcuschi (2008), Bakhtin ([1979] 2003), Bronckart (1999, 2006), Schneuwly e Dolz (2004), Machado (2009), Bazerman (2006a, 2006b, 2007), Miller (2009) entre outros, com foco nas questões que abordam o trabalho com os gêneros textuais sob o contexto do interacionismo sociodiscursivo. Para melhor conhecer a realidade do papel que a faculdade exerce na formação de professores com o perfil que atenda a essa perspectiva, esta pesquisa foi realizada com a análise de questionários respondidos pelos seis professores participantes da pesquisa e de observações realizadas na sala de aula de cada um dos sujeitos participantes. Os resultados mostram que o trabalho com os gêneros textuais pode estar muito mais vinculado ao fazer pedagógico individual de cada sujeito do que o próprio professor anuncia no questionário. No que diz respeito às atividades desenvolvidas pelos professores e sua relação com os pressupostos teóricos defendidos nesta pesquisa, teve destaque a instituição da rede pública de ensino cujas abordagens teóricas e metodológicas evidenciam o trabalho sob o contexto do interacionismo sociodiscursivo com os gêneros textuais na formação inicial dos professores de língua portuguesa.



Palavras-chave: Gêneros textuais; Formação de professores; Língua portuguesa


26 de jun. de 2010

Conhecendo Bronckart - Conferência de abertura do VI Congresso de Linguagem e Interação - São Leopoldo - RS.






Eis o homem do Interacionismo sociodiscursivo...E digo: quem for vivo veja as consequências das declarações bombásticas deste homem a respeito de Bakhtin e de seu Círculo. Se for, que seja.Mas que prove.Se não for, que seja realmente prudente. Quem viver verá!

18 de jun. de 2010

Essas meninas... Oh tchê!!!!

AMIGOS.
 (Vinícius de Moraes)

 Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
 Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
 A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor.
 Eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
 E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
 Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências.
 A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
 Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
É delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
 E às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí.
 E me envergonho, porque essa minha prece é em síntese, dirigida ao meu bem estar.
 Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
 Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
 Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer.
 Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que não desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
 A gente não faz amigos, reconhece-os.

 Com o meu carinho!

Só Vinícius pra me ajudar...
Rsrsrsrs
Beijos.

Para refletir sobre dialogismo, gênero e interação.

" O conceito de dialogismo, vinculado indissoluvelmente como o de interação, é assim a base do processo de produção dos discursos e, o que é mais importante, da própria linguagem: para o Círculo, o locutor e o interlocutor têm o mesmo peso, porque toda enunciaçãi é uma 'resposta', uma réplica a enunciações passadas e a possíveis enunciações futuras, e ao mesmo tempo uma 'pergunta', uma 'interpelação' a outras enunciações: o sujeito que fala o faz levando o outro em conta não como parte passiva mas como parceiro - colaborativo ou hostil - ativo".

Uma boa indicação!!!
Uma excelente leitura!!!


SOBRAL, Adail. Do dialogismo ao gênero: as bases do pensamento do círculo de Bakhtin. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2009.

8 de mai. de 2010

IV SENALE - Seminário de Linguagem e Ensino / Linguagem: Metodologia de Ensino e Pesquisa - Pelotas - Rio Grande do Sul

A cada evento um novo encontro com as palavras que preenchem o espaço do saber nas minhas descobertas sobre o mundo da linguagem e do ensino. O IV SENALE foi uma experiência fascinante que me fez refletir sobre o espaço das metodologias e da pesquisa no ensino de língua e que sem dúvida permitirá uma solidificação ainda maior dos meus anseios de conhecimento para com o tema proposto.

Eu não poderia deixar de registrar aqui, de forma alguma que um novo reencontro se deu nestes momentos de busca: "um reencontro com amigos" que em meio a rotina do cotidiano se esvairece e "tende" a cair em meio ao vão.
Como foi bom " encontrá-las de uma outra forma, de um novo jeito, com tanta intensidade"...
Obrigada pelo carinho queridas meninas, pela companhia, pelo ser que em vós habita, abençoado por Deus.
Que seja assim enquanto for.

A vocês queridas amigas
Gene, Ana, Leni, Conceiça e Gil.
O meu contentamento.

Até a próxima.

25 de abr. de 2010

XII Congresso da Sociedade Argentina de Lingüística - Interacionismo sociodiscursivo, ensino de língua e os gêneros textuais. Por Hiliana e Marígia

Considerando as exigências da sociedade e a necessidade de um modelo de educação pautado no “desenvolvimento humano”, este trabalho se propõe suscitar reflexões teóricas e metodológicas sobre a responsabilidade da escola diante dos desafios propostos pelos estudos acadêmicos e pelos sistemas educacionais na formação de professores de língua portuguesa. Sugere-se, para a discussão, os aportes teóricos guiados pela perspectiva do Interacionismo Sociodiscursivo proposto por Jean Paul Bronckart, a influência de Michael Bakhtin e Lev Vigotsky, assim como as contribuições de Bernard Schneuwly, Joaquim Dolz e Luiz Antônio Marcuschi. Conscientes de que a escola se apresenta como promotora da sistematização do conhecimento que envolve a questão dos gêneros textuais no processo de desenvolvimento dos sujeitos como atores envolvidos em práticas sociais concretas, bem como na formação da consciência prática, crítica e reflexiva dos discentes diante das situações de uso da língua e consequentes coerções sociais, defendemos que é na formação do professor que se forma a consciência de que é possível viabilizar o acesso do aluno ao universo dos textos que circulam socialmente, ensinando-o a produzi-los e a interpretá-los (PCN, 1997 p.30). Assim, acreditamos que se faz necessário que a inserção dos gêneros textuais nas escolas vise a uma articulação com a sua utilização na sociedade, e que não se restrinja o ensinamento de Língua a simples situações de análise lingüística. Para isso, sugerimos que, na formação do docente, haja um aprofundamento do conhecimento teórico em relação às inovações destinadas ao ensino de Língua e, portanto, do trabalho com gêneros textuais. Para isso, é indispensável que se considere a inclusão, nos programas curriculares dos cursos de licenciatura, o trabalho com gêneros, promovendo uma reflexão sobre a adoção de outras formas de pensar o fazer pedagógico no que diz respeito ao ensino de língua, visando à ascensão intelectual e social do aluno. Com isso, se estará oferecendo possibilidade para a criação de programas curriculares articulados às seqüências e simultaneidades coerentes para com o ensino de leitura e escrita na sala de aula através de textos, em consonância com as propostas do interacionismo sociodiscursivo, como proposto pelos teóricos mencionados neste trabalho.



Referências utilizadas


BRONCKART, Jean-Paul. Atividade de linguagem, discurso e desenvolvimento humano. Org. Anna Rachel Machado e Mª de Lourdes Meirelles Matencio; trad. Anna Rachel Machado e Mª de Lourdes Meirelles Matencio [et al]; Campinas, SP: Mercado de Letras, 2006.

CRISTÓVÃO, V. L. & NASCIMENTO, E. L. Gêneros textuais e ensino: contribuições do interacionismo sócio-discursivo. In: KARWOSKI, A. M.; GAYDEKSKA, B.,& SIEBENEICHER-BRITO,K.( Orgs.).Gêneros textuais: reflexões e ensino. 2ª ed. Revista e ampliada.-Rio de Janeiro: Lucerna, 2006.

MEC/SEF (1997) Parâmetros Curriculares Nacionais. Primeiro e segundo ciclos do ensino fundamental - Língua Portuguesa. Secretaria de Educação Fundamental, Brasília.

10 de fev. de 2010

Um grande encontro!!!

Tenho me encontrado muito junto as leituras que ando realizando para fundamentar minha dissertação. Acredito que descobrir palavras que reforçam as nossas palavras pode nos fazer acreditar mais no que já estamos convictos. Dentro deste universo de teorias, perspectivas e de descobertas encontrei tembém o Interacionismo sócio-discursivo e tenho me deleitado sobre as leituras que me apresentem mais as propostas de Jean-Paul Bronckart sobre este "tema". Estou encantada. Aqui no Brasil, a professora Anna Raquel Machado (PUC) tem desenvolvido um trabalho magno sobre as questões da educação em consonância com o ISD.
Bem...
Deixo para os colegas as referências de dois livros maravilhosos que, pretenciosamente, é claro, na minha opinião, deveria fazer parte da biblioteca de todos os professores de língua portuguesa, e, talvez, alguns se encontrem também nas palavras dos autores ou as repudiem, mas as conhecerão. O que já é muito importante.
Abraços e até uma nova palavra.

MACHADO. Anna Raquel, Linguagem e educação: o ensino e a aprendizagem dos gêneros textuais. Textos de Anna Raquel Machado e colaboradores: Lília Santos Abreu-Tardelli, Vera Lúcia Cristóvão, (orgs): posfácio Joaquim Dolz. – Campinas, SP: Mercado de Letras. 2009.

 MACHADO. Anna Raquel,   Linguagem e educação: o trabalho do professor em uma nova perspectiva.Textos de Anna Raquel Machado e colaboradores: Lília Santos Abreu-Tardelli, Vera Lúcia Cristóvão, (orgs): posfácio Jean-Paukl Bronckart. – Campinas, SP: Mercado de Letras. 2009.


Deleitem-se.

8 de fev. de 2010

IX Colóquio sobre questões curriculares

Debater o Currículo e seus Campos – Políticas, Fundamentos e Práticas



É sob o signo do reencontro que terá lugar na Universidade do Porto, em 2010, de 21 a 23 de Junho, o IX Colóquio sobre Questões Curriculares / V Colóquio Luso-Brasileiro. Um reencontro onde investigadores de Portugal e do Brasil, relacionados com a área dos Estudos Curriculares, voltam a ter oportunidade de aprofundar o espaço de partilha, de intercâmbio e de interpelação que os seus projectos de investigação, de intervenção e de reflexão justificam. Um reencontro, também, com problemáticas que obrigam a prosseguir os debates em torno do mandato educativo das escolas nas sociedades contemporâneas, o qual nos obriga a enfrentar, ainda, quer as questões da (des)igualdade, da diferença e da inclusão escolar, quer as questões que têm a ver com a articulação entre a educação escolar, aos mais diversos níveis, e o desenvolvimento económico, cultural e tecnológico das sociedades em que vivemos.

7 de fev. de 2010

I Congresso Internacional de Professores de Línguas Oficiais do MERCOSUL (CIPLOM)

Congresso Internacional Linguagem e Interação

Entre os dias 7 e 9 de junho de 2010, o Programa de Pós Graduação em Linguística Aplicada da Unisinos reúne em São Leopoldo especialistas do exterior e de todo Brasil para refletirem sobre as relações entre linguagem e interação. O Congresso Internacional Linguagem e Interação II pretende mostrar como a linguagem, aliada ao estudo da interação, é ferramenta fundamental em diferentes áreas de conhecimento e nas relações pessoais, educacionais e de trabalho.